Este artigo, escrito em coautoria com Camilla Verdan do Nascimento e Carina Martin de Aguiar, analisa criticamente os modelos médico e social da deficiência, compreendidos como estruturas tradicionais de abordagem — respectivamente centradas no déficit individual e na crítica às barreiras sociais.
Propomos um deslocamento conceitual: uma abordagem fenomenológica, centrada na experiência vivida da deficiência. Ao trazer a voz de quem vive a deficiência como referência, buscamos compreender não apenas os limites impostos socialmente, mas também os modos singulares de percepção, presença e sentido que emergem dessas trajetórias.
📄 Referência:
Ana Paula Barbosa-Fohrmann, Camilla Verdan do Nascimento e Carina Martin de Aguiar. Do Modelo Médico ao Modelo Fenomenológico de Deficiência. Revista Confluências (UFF), v. 27, n. 1, jan.–abr. 2025, p. 135–157.
🔗Link: https://periodicos.uff.br/confluencias/issue/view/3233/1073